HistóriasLivros de cozinha – Um estranho caso de amor

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Para a maioria das pessoas, os livros de cozinha servem para ver receitas e cozinhar pratos diferentes, seguindo instruções. É esse o fim de um livro de cozinha e será esse o seu uso mais habitual. Para mim, e para uns poucos como eu, há muito mais num livro de cozinha.

Os livros de cozinha amontoam-se na minha casa por todo o lado. Porque tenho um estranho caso de amor com livros de cozinha, trato-os como romances: leio-os de fio a pavio, deixo-os na mesa de cabeceira, sublinho, marco e releio. Tenho autores preferidos e obras preferidas e hoje estou a tentar escolher dois para falar aqui com mais detalhe. Não é fácil, tenho muitos preferidos, mas vou arriscar: Jamie Oliver e Ina Garten.  Jamie Oliver, porque faz tudo parecer fácil e porque tem uma estética que adoro. Ina Garten porque tem as receitas mais eficientes que conheço. Nunca falham e são sempre muito fáceis de fazer.

Queremos viajar na cozinha? Jamie Oliver leva-nos a quase todos os sítios do mundo com receitas adaptadas a paladares ocidentais, naquele estilo easy-going que nos põe a cozinhar uma refeição completa – entrada, prato e sobremesa- em meia hora. E resulta! Quase sempre! 🙂

Num registo mais sério, Ina Garten nunca falha. Festa para 20 pessoas? A Ina Garten resolve: metade cozinha-se, a outra metade compra-se feita e voilà!, uma festa incrível, pronta sem grandes problemas. Lombo de porco assado sempre suculento? Ina Garten ensina – foolproof.

Se tivesse que viver apenas com dois livros de cozinha (que horror!!!), seriam garantidamente destes dois autores. E muito provavelmente estes dois:

  • JAMIE’S 30-MINUTE MEALS – Jamie Oliver
  • BAREFOOT CONTESSA PARTIES – Ina Garten.